Ilustração: NIK
Por determinação do governo, desde 2002, toda farinha comercializada no Brasil deve receber doses extras de ferro e de ácido fólico.
Segundo um levantamento realizado por pesquisadores do ITAL, Instituto de Tecnologia de Alimentos, que fica em Campinas, no interior paulista, esse tipo de intervenção é bastante comum em todo o planeta. E, se você está pensando que a norma é intrínseca a países pobres, saiba que até mesmo nos Estados Unidos essa medida já é parte da rotina há muito tempo.
E em todos os programas de fortificação o ferro é sempre o primeiro nutriente a ser incorporado. Isso acontece porque infelizmente sua carência não é rara. Quem está com níveis inadequados acaba mais suscetível a infecções, desânimo e dificuldades cognitivas.
E o que dizer do ácido fólico? Sua atuação mais marcante é, sem dúvida, no desenvolvimento do feto. A vitamina é capaz de barrar danos ao sistema nervoso que podem causar paralisia e problemas mentais.
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Trigo: Saúde e Energia