Ilustração: NIK
Uma grande pesquisa científica realizada por diversas universidades dos Estados Unidos mostra que a ingestão de alimentos enriquecidos com ácido fólico não ultrapassa os limites considerados tóxicos ao organismo. Ou seja, por meio do consumo de farinha e cereais, não há o risco de extrapolar nas doses diárias recomendadas do nutriente, uma vitamina do complexo B que previne a malformação fetal.
Para chegar a essa conclusão, os estudiosos analisaram dados de mais de 8 mil voluntários durante três anos. O trabalho acaba de ser publicado na revista da Sociedade Americana de Nutrição Clínica.
Aqui, no Brasil, por determinação do governo, desde 2002 toda farinha comercializada deve receber a vitamina. “Mas é importante que o acréscimo de ácido fólico respeite os padrões estabelecidos”, opina o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.